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    quarta-feira, 26 de dezembro de 2018

    Estudante se diz bissexual e evangélica, pode isso??

    Estudante é pratica a não-monogamia


    Uma estudante de 24 anos da cidade de São Paulo, Thais Maria, frequenta uma igreja evangélica e diz ser conservadora, ela relata que a descoberta da própria sexualidade veio carregada de culpa. Thais é bissexual, tem dois parceiros e gosta de BDSM. 

    "Dizem que não podemos, de jeito nenhum, fazer sexo antes do casamento, que vamos para o inferno. Mas percebi que não é natural para mim seguir esse roteiro de casar, ter filhos, ter uma carreira e ir à igreja. Tentei, mas não deu certo. E me permiti experimentar outras coisas", diz ela, "sem sair da igreja".


    A estudante nasceu e cresceu na igreja, aos 17 anos fez parte do ministério de louvor. Ela costumava dizer que se tivesse um filho gay, botaria para fora de casa. Mas percebeu que só estava reproduzindo as coisas que ela ouvia. "As pessoas que conheci me fizeram ter uma visão menos conservadora, a respeitar as escolhas dos outros e a minha também", diz Thais. 

    Thais Percebeu que poderia ter uma vida menos rígida, e aos 18 anos, começou a namorar um garoto que não era da igreja, e perdeu a virgindade com ele. "Minha mãe descobriu vendo uma troca de mensagens no meu celular. Foi aquela coisa". Ela se perguntava o que tinha feito de errado para aquilo ter acontecido. Ela queria dormir com quem ela quisesse mesmo sem casar, porém, ela se sentia culpada o tempo todo. "Eu cantava no grupo da igreja e estava em pecado. Não podia", respondeu Thais.



    Ela percebeu que gostava de mulher ainda quando namorava, ela sentia atração por meninas também. Quando ela tinha 22 anos, terminou o relacionamento, e beijou uma menina pela primeira vez dpois que terminou, ela beijou uma menina beijei uma menina pela primeira vez, em uma festa. Além de bi, se descobriu não-monogâmica. "Entendi que não precisava ficar com uma pessoa só", completa. 

    "Um dia, pedi a Deus que me mostrasse na Bíblia algo que justificasse quem eu sou. 'Por que eu sou assim? Não consigo fazer diferente', pensava. "E aí caí em um versículo que dizia: 'Bem-aventurado aquele que não se condena a si mesmo naquilo que aprova'. Comecei a perceber que não tinha por que me sentir culpada. Meu relacionamento com Deus é mais forte do que com qualquer outra coisa que eu faço. Nada de fora vai afetar isso. Vou continuar saindo, transando". Thais pratica BDSM, na primeira experiência, foi chicoteada.

    Em julho do ano passado ela entrou em depressão, por se sentir culpada, já que as pessoas da igreja julgavam ela, em abril deste ano, ela teve crises fortes. Comecou a ir em um psiquiatra e tomar remédio. Agora, no final do ano, ela está melhor. "Não era natural para mim seguir essa vida que querem que sigamos: namorar, noivar, casar, ter filhos, ter a carreira, frequentar a igreja. Tentei, não deu certo, sinto muito, vou experimentar outras coisas. Ao mesmo tempo, não vou deixar de ir à igreja. Faço coisas que gosto lá, como cantar. É meu momento de fé. Só queria que fosse um espaço menos conservador e que não reprimisse as pessoas.".


    Parece ser falso, mas e ai o que vocês acham? Thais é realmente bissexual e frequenta igreja? Ou ela está querendo apenas fama? Deixem a opinião nos comentários !!

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