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    sexta-feira, 1 de junho de 2018

    PASTOR JAIME DE AMORIM "PERDIDO EM TENTATIVA DE CAMPANHAS POLITICAS" POR IGREJA ESVAZIAREM APÓS ESCANDALO

    Pastor Jaime de Amorim preocupado com igrejas vazias e por não conseguir fazer campanhas a seus politicos do ministério.

    O pastor Jaime de Amorim da igreja Internacional da Graça de Deus,parece estar descontrolado devido a falta de fieis em sua instituição,segundo informações neste templo comporta 1154 acentos, ela recebe toda mídia da instituição pois é alí que era gravado o show da fé, na sexta, no sábado e domingo mas os pastores eram obrigados a mandar os obreiros para encher a igreja porque mesmo com toda mídia da instituição alí eles não conseguem levar pessoas.






    O escandalo.
    Rádio ligada a Braga recebeu verba ‘carimbada’ por esquema
    Presidente da Câmara Municipal de Belo Horizonte desde janeiro de 2017, o vereador Henrique Braga (PSDB) também é citado pelo Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) como possível beneficiário de repasses irregulares na investigação que apura a suspeita de fraude em contrato de publicidade determinado pelo ex-presidente da Casa Wellington Magalhães (PSDC), hoje preso no Complexo Penitenciário Nelson Hungria.

    Segundo a denúncia que embasou a operação Sordidum Publicae, obtida pela reportagem de O TEMPO, uma emissora de rádio ligada a Braga teria se beneficiado com repasses sem nenhum tipo de parâmetro técnico e baseados somente nas relações entre os dois políticos.Ao todo, a Fundação Rádio Educativa Quadrangular recebeu R$ 122.272 oriundos de repasses da licitação investigada pelo MPMG e que coincidiu com a prisão de Magalhães. Henrique Braga, segundo os promotores que investigam o caso, é conselheiro da rádio, de propriedade da Igreja do Evangelho Quadrangular, da qual é superintendente e um dos principais líderes.



    O MP denunciou 14 pessoas por crimes como organização criminosa, corrupção, lavagem de dinheiro, peculato e crimes contra a lei de licitações. Apesar da citação aos repasses feitos à rádio ligada a Braga, o vereador ainda não é alvo de investigação
     e, por isso, não foi denunciado pelo MPMG.


    Depois do escandâlo...Varios aúdios vazados...


    Magalhães sendo apresentado na igreja Internacional da Graça de Deus.
    Pois que o Magalhães mudou de ministério.
    No primeiro aúdio um líder obriga as esposas a aparecer nesta reunião junto também as lideranças da mulheres que vencem da igreja, o objetivo não é dito mas é a política com este sujeito"Magalhães" que tem 45 crimes que a igreja por ter controle de mídia está mantendo o escândalo só em Minas gerais.


    Outro envolvido neste esquema $obrenatural é Almir Moura.
    Em meados de 2006.

    O PFL expulsou  o deputado Almir Moura (RJ) dos quadros do partido por seu suposto  envolvimento na máfia das ambulâncias. A decisão impedia o parlamentar de disputar as eleições de outubro do mesmo ano porem....

    Artifício para se desvincularem do escândalo que só deu certo para um: Wellington Fagundes, que virou Welinton.
    Citados pela CPI dos Sanguessugas e respondendo a processo no Conselho de Ética, sete deputados que tentaram a reeleição usaram uma artimanha para tentar se desvincular do escândalo: alteraram seus nomes políticos. Mudaram de sobrenome ou agregaram ao nome títulos de doutores e pastores. Mas a iniciativa só deu certo 
    para um deles: Wellington Fagundes (PL-MT) mudou seu nome para Welinton apenas e se reelegeu, apesar da votação reduzida: 114 mil votos, em 2002; 78 mil nestas eleições.

    O deputado Almir Moura (PFL-RJ) foi outro que alterou seu nome político. Evangélico, ele concorreu como Pastor Almir Moura. O envolvimento de seu nome no escândalo dos sanguessugas levou sua votação quase à lona. Eleito com cerca de 34 mil votos em 2002, Moura obteve apenas 2.304 votos no dia primeiro de outubro. Uma diferença de mais de 31 mil votos. Ele também nega ter alterado seu nome político por conta do envolvimento no caso das ambulâncias. O deputado diz que sempre concorreu como pastor, mas não é essa sua alcunha política registrada na Câmara.

    Mas ai você se pergunta o que tem a ver tudo isso os politicos e os obreiros?
    Os obreiros são obrigados a apoiarem estes politicos e encherem os templos com varios fieis para fazerem campanhas para os mesmos,com o objetivo de terem pelo menos 3 politicos de sua instituição em estados diferentes que seriam Minas Gerais,São Paulo e Rio de Janeiro.

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